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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) lançou uma campanha de conscientização para esclarecer a sociedade e o mercado sobre a relevância da proteção às obras intelectuais no país. Por meio de uma série educativa em vídeo — inicialmente estruturada em quatro episódios —, a iniciativa reforça o valor da criação artística e destaca que a justa remuneração pelo uso de obras protegidas não é um privilégio, mas um direito garantido por lei.
A ação ressalta que o trabalho de criadores, compositores, intérpretes e produtores exige dedicação contínua, formação técnica e investimento de recursos. Com respaldo na Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) que protege os direitos morais e patrimoniais dos criadores sobre suas obras intelectuais — como músicas, fotos, livros, pinturas, textos e softwares —, além de proteger os direitos conexos de intérpretes e produtores.
A utilização de uma obra sem a devida autorização pode configurar violação de direitos autorais e gerar consequências legais.
Os exemplos apresentados pela iniciativa abrangem situações que vão da música e do streaming à arquitetura, reunindo entendimentos importantes sobre o uso de obras protegidas:
A iniciativa do STJ evidencia que o cumprimento da legislação resguarda o patrimônio de quem dá vida à cultura e, ao mesmo tempo, oferece a empresas, promotores e entidades a segurança jurídica indispensável para promover atividades sustentáveis.
Valorizar a cultura é reconhecer quem a cria:
Para o criador: proteção do trabalho e do patrimônio intelectual.
Para quem utiliza: respeito à autoria e conformidade com a lei.
Respeito à autoria não é apenas um conceito: é a atuação contínua da Abramus.
Clique aqui e assista aos episódios da série do STJ
Arte: Júlia Sousa | Texto: Barbara Freitas