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Alexandre Nero na ABRAMUS PR

PJ e Alessandro Nero

Há 22 anos, Alexandre Nero vive música. Em projetos solo ou em grupo, já tem oito discos lançados, fora participações em diversas coletâneas. O curitibano, que também é ator, uma década depois do lançamento do último trabalho autoral (o premiado CD  Maquinaíma), lança um projeto diferente de tudo que já tinha feito antes, e, dessa vez, resolve falar de amor.

Neste CD, Nero fala dos vários tipos de amor. Não só o amor romântico, que é o mais popular no nosso tempo. As faixas pretendem explanar sentidos que poucas vezes são lembrados nos dias de hoje, como o “amor gentileza”, o amor pacificador, o amor ao próximo, sem deixar de citar o amor carnal, apenas sexual.

Apesar do tema parecer esgotado, o amor ainda é necessário ser dito e todas as possibilidades de dizê-lo – e mais algumas – estão no CD Vendo Amor  em suas mais variadas formas, tamanhos e posições, seu terceiro trabalho solo.

A ideia de gravar um disco sobre esse assunto não surgiu por acaso. Nero queria provocar, dissecar, sentir e, ainda mais: despertar questões. A começar pelo triplo sentido do projeto: ver o amor, vender o amor ou vendar o amor? Quem escuta, escolhe.

O repertório do disco transita entre a alegria e a melancolia, com intervalos de emoções e afetos. Nele, estão 14 faixas, sendo a maioria inéditas – assinadas pelo compositor e, em alguns casos, por ele e seus parceiros – além de duas regravações inusitadas como Não aprendi dizer adeus, de autoria de Joel Marques, que se consagrou na voz da dupla Leandro & Leonardo e a clássica Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro.

A formação instrumental do trabalho é outro ponto que merece destaque. Nero e seu produtor musical, Gilson Fukushima, mergulharam nas referências de sonoridade das bandas de fanfarra, no universo circense, coretos de interior, bandas marciais e até em realejos. Os arranjos foram construídos com uma formação pouco usual na música popular brasileira. Piano (Fabio Cardoso), percussão (Vina Lacerda), acordeon (Alonso Figueroa), trompete (Rogério Leitum) e trombone (Rodrigo Vacaria). “Os sopros não entram apenas em alguns momentos. Estão na música inteira. Eles constroem uma história no arranjo”, adianta Nero.

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