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Gaby Amarantos apoia ação a favor da diversidade

Idealizada pela Conexão Solidária, campanha “Todas as cores, todos os amores” busca combater todas as formas de discriminação

(Logo da campanha – Direitos Reservados)

A cantora Gaby Amarantos, conhecida pelo seu carisma e presença no palco, realizará um show para lançar uma nova campanha que apoia a diversidade. Idealizada pela Conexão Solidária, “Todas as cores, todos os amores”, tem como objetivo arrecadar fundos para a Casa de Apoio Brenda Lee, que há 26 anos dá suporte a pessoas portadoras do vírus HIV. A verba será levantada com a venda de camisetas assinadas por grandes estilistas brasileiros no site www.todasascorestodososamores.com.br.
As peças serão produzidas nas cores do arco-íris e contarão com estampas desenhadas por Ronaldo Fraga, Walter Rodrigues, Walério Araújo, Fernanda Yamamoto, Wilson Ranieri, Mark Greiner, Estúdio Xingu, Weider Silveira, Andrea Ribeiro e Michele X. A criação da logomarca ficou a cargo do designer Glauco Diógenes. O lançamento oficial de “Todas as cores, todos os amores” com o show de Gaby Amarantos será realizado no dia 19/10, no prédio da Sociedade Beneficente União Fraterna.

A Conexão Solidária surgiu a partir da 1ª Mostra Conexão Solidária, realizada em outubro de 2009 com o objetivo de estreitar as relações entre os empreendimentos solidários e os empresários de diferentes setores da economia, tais como: artesanato, confecções, biojóias, e outras. Em favor da inclusão social, do desenvolvimento de negócios justos e sustentáveis e da democratização econômica, faz a interface entre a demanda gerada pelas empresas e as diversas cooperativas solidárias.

A Casa de Apoio Brenda Lee é uma entidade civil de caráter beneficente, sem fins lucrativos, que abriga adultos portadores do vírus HIV/Aids, durante os 365 dias do ano e pelo tempo necessário a sua reabilitação, que varia conforme o caso. Esses adultos são pessoas que podem ser chamadas de “paciente social”, ou seja, é aquele que não está num estágio avançado da doença, não precisa de internação, mas não pode trabalhar no momento e nem tem autonomia para viver sem apoio, considerando estar sem moradia fixa, vínculo familiar, tratamento adequado e sem condições de manter-se sozinho, atravessando uma fase de total “vulnerabilidade social”, já que ainda hoje persiste o preconceito, o isolamento social e a discriminação.

Embora há muitos anos várias instituições venham se dedicando aos portadores do vírus HIV/Aids, a Casa de Apoio Brenda Lee conquistou o respeito internacional por sua postura, dedicando-se integralmente aos moradores, oferecendo-lhes cuidados, apoio, solidariedade e sobretudo reintegrando-os  na sociedade e trabalhando no resgate da cidadania.

Fonte: D&A Assessoria de Imprensa

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