Néle Azevedo e seu Monumento Mínimo em gelo

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Néle Azevedo e seu Monumento Mínimo em gelo

Néle Azevedo é mineira de Santos Dummont e afirma que descobriu a arte por conta própria. “Em minha cidade não havia este universo, mas toda a vida cotidiana era fincada na experiência sensível. Construíamos nossos próprios brinquedos, costurávamos nossas roupas. Tudo era criado, inventado no dia a dia”, relembra.
Antes de se dedicar à carreira artística, Néle já trabalhou como bancária e funcionária pública e sempre foi muito ligada à literatura e à filosofia. Hoje, a filiada da AUTVIS faz sucesso internacionalmente com esculturas de gelo a céu aberto, retratando os homens. Entre as cidades em que já fez exposições estão, São Paulo, Brasília, Curitiba, Paris (França), Havana (Cuba), Tóquio e Kyoto (Japão), Braunschweig e Berlim (Alemanha), Porto (Portugal), Florença (Itália), e Stavanger (Noruega). “Durante três anos pesquisei materiais que pudessem acentuar a fragilidade do humano diante das cidades e das instituições que ele mesmo constrói. A escala é mínima, daí o nome Monumento Mínimo. Não há pedestal nem hierarquia, a homenagem é dirigida aos anônimos e os corpos desaparecem na cidade em uma experiência compartilhada. A memória fica inscrita no sujeito que viu e registrada em fotografias e vídeos”, diz a criadora das esculturas que duram em média 30 minutos.
A artista também reconhece o trabalho desenvolvido pela AUTVIS. “Eu recorri à associação para me auxiliar no tema de direito intelectual do meu trabalho e fui muito bem atendida. Espero dar muito trabalho para a equipe e ter o mesmo atendimento”, afirma.

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