Primórdios do Digital

Faça parte da maior associação de música e artes do brasil

ASSOCIE-SE

Faça parte da maior associação de música e artes do brasil


ASSOCIE-SE PESQUISA DE OBRAS CADASTRO DE OBRAS ISRC
VOLTAR

Primórdios do Digital

Foto: Argus em Adobe Stock

Publicado em 10/11/2021

Serviços de música que dominaram a internet, não existem mais, mas deixaram saudades para os mais nostálgicos dos anos 2000.

Tem gente que é muito jovem para saber, mas antes dos atuais serviços de streaming dominarem o mercado musical, ouvir música pela internet não era uma tarefa tão simples. No final da década de 90 e início dos anos 2000 começou uma revolução na música, saindo do analógico para o digital. Assim como a maioria das revoluções, não aconteceu da noite para o dia e não teve vida fácil. Então vamos relembrar alguns serviços que hoje já não existem, mas foram sucesso na era da internet discada.

Napster (original)

O serviço ainda existe, mas completamente remodelado para ser um serviço de streaming musical com aproximadamente 40 milhões de faixas e planos de assinatura. Já a sua “versão raíz”, foi o rei dos programas de compartilhamento de arquivos e a principal central de distribuição de músicas no mundo, quando, em seu auge (janeiro de 2001), chegou a bater um pico de 8 milhões de usuários conectados simultaneamente e com um volume estimado de 20 milhões de canções baixadas por dia. 

Os arquivos eram extraídos de CDs, convertidos para diversos formatos e baixados pelos usuários para que pudessem escutar em seus computadores, tocadores de MP3 e celulares. Por isso foi o primeiro a enfrentar uma batalha judicial com a Indústria Fonográfica.

Lembra dos outros serviços peer-to-peer (P2P) de distribuição de arquivos, como Kazaa, LimeWire, Hamachi, eMule e Ares? Pois então, são todos “cópias” do sucesso do Napster. 

Grooveshark

Foi criado pelo Escape Media Group, nos Estados Unidos, em 2006. A ideia básica era permitir ao usuário fazer upload de seus arquivos de áudio digitais, comercializá-los e transmitir em listas organizadas de reprodução. Só que não era livre como os serviços modernos, o que até rendeu um imenso processo judicial movido por gravadoras gigantes, todos por acusação de violação de direitos autorais. 

Por isso, chegou a ser removido do iOS e banido do Facebook, o que o levou à decadência e posterior fechamento, em 2015.

Google Play Music

Nem tão antigo assim (lançado em novembro de 2011), foi um serviço de streaming, biblioteca de músicas e podcasts operado pelo Google. Os usuários tinham uma conta padrão, na qual podiam guardar e ouvir até 50 mil faixas sem nenhum custo ou pagar uma inscrição que permitia acesso ilimitado além de streaming sob demanda e criação de estações de rádios customizadas.

Chegou a estar disponível em 58 países, mas foi encerrado em setembro de 2020 para dar lugar ao YouTube Music.

Groove Music

Aposta da Microsoft para disputar o mercado dominado pelo iTunes e seus populares iPods, nasceu em em 16 de outubro de 2012, em um modelo muito similar ao concorrente. Porém, nunca alcançou os mesmos números dos maiores rivais e foi aos poucos acabando. 

Extinguiu a opção de fazer streaming, download ou compra de canções no fim de 2017, quando fez uma parceria com o Spotify, oferecendo dois meses gratuitos para quem migrasse de plataforma.


E aí, usou algum desses serviços extintos? Sente falta deles, ou acha que os atuais merecem ter sobrevivido?

SIGA-NOS NAS
REDES SOCIAIS

ASSINE NOSSA NEWSLETTER