Música na Realidade Virtual.

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Música na Realidade Virtual.

Mais conhecida no mundo dos games, a tecnologia de realidade virtual vem ganhando espaço no universo da música com espetáculos incríveis.

Já ouviu falar em VR? A “Virtual Reality”, ou Realidade Virtual, é um sonho antigo dos amantes de tecnologia. Desde os anos 80 a indústria dos videogames e do cinema flertam com a possibilidade de mundos inteiros criados dentro de um ambiente virtual, praticamente ilimitado.

Porém, o sonho sempre esbarrou na barreira da tecnologia. Foram necessárias décadas de desenvolvimento tecnológico para a criação de equipamentos que oferecessem uma experiência realmente imersiva. Hoje temos diversas empresas, como a Oculus, investindo e lançando seu kits de realidade virtual. Vão desde o “básico” óculos, até luvas, macacões e plataformas de movimentação.

A indústria dos games, talvez a maior do entretenimento atual, nos últimos anos desenvolveu vários jogos usando a tecnologia e impressionando as pessoas. Mesmo assim, para os jogadores hardcore, que levam a prática muito a sério, às vezes até profissionalmente, a tecnologia ainda requer evolução para permitir o nível de controle e precisão necessária em alto nível. 

Por isso a realidade virtual ainda não se tornou unanimidade. Mesmo oferecendo experiências imersivas impressionantes, talvez leve mais algum tempo para os jogadores ficarem satisfeitos. Por outro lado, a tecnologia atual já oferece uma vasta gama de opções para outros campos, como educação, cinema, medicina e, claro, a música!

O mercado musical vem experimentando pontualmente a tecnologia, principalmente entre os fãs mais jovens. Algumas opções têm sido explorados. Desde 2015, tanto o YouTube, quanto o Facebook oferecem recursos de visualização de vídeos em 360°. Começou por aí a exploração do recurso, mas ainda sem muita profundidade e sem a opção ao vivo, tão valorizada atualmente.  

Hoje já se cria um ambiente semelhante aos shows tradicionais e outros eventos em estádios (veja a demo abaixo), onde o espectador pode curtir o show tanto em modo solo, quanto social (onde pode interagir com os outros espectadores). A sensação pop, Billie Eilish, recentemente promoveu um espetáculo neste formato, com resultados divididos, pois ainda requer refinamento técnico e uma curva de aprendizado para o próprio espectador. 

Outro formato é mais aberto. Tudo pode ser criado do zero. Do ambiente até o avatar do artista e seus gestos e movimentos performáticos. Neste cenário algumas empresas florescem. É o caso da Noys VR e da Wave. A segunda é especializada na criação e promoção destes concertos e recentemente recebeu um investimento de 30 milhões de dólares para desenvolvimento do negócio. Isso mostra o interesse dos investidores e do mercado, principalmente se considerarmos o novo cenário de afastamento físico em que nos encontramos. 

Talvez a tecnologia ainda não esteja perfeita, nem acessível a toda a população, mas sem dúvida já é uma realidade e avança rapidamente para se consolidar e chegar forte ao mainstream. Provavelmente é uma ótima alternativa para as lives que se popularizaram durante a quarentena, mas que rapidamente atingiram a saturação. 

Para não ficar só no campo da especulação, confira abaixo um compilado dos melhores usos da tecnologia na música e prepare-se. Pode até não fazer parte do seu presente, mas a realidade virtual está rondando nossas vidas e vai chegar aí em um futuro muito próximo.

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