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Serviços como Spotify e Deezer ganham cada vez mais espaço na web, alavancam mercado sonoro e deixam downloads de música digital para trás

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A praticidade dos serviços de streaming musicais, que permite acessar faixas de milhares de artistas em poucos segundos e na palma da mão, contribui para a redução do consumo de discos físicos (CDs e vinis) e da realização de downloads. Em 2010, cerca de oito milhões de pessoas usavam plataformas como Spotify e Deezer, segundo a Federação Internacional de Indústria Fonográfica (IFPI). Em seis anos, o número disparou para 68 milhões de usuários, provando que a era do streaming chegou de vez.

A popularização do streaming em pouco tempo é tão expressiva que já mostrou resultados concretos nas vendas mundiais de música em 2015. De acordo com a IFPI, o mercado digital cresceu 3,2% no período – resultado mais impactante desde 1998, quando registrou aumento de 4,8% em comparação ao ano anterior.

O mercado de música digital via web é formado por duas vertentes principais: streaming e download. Entretanto, o panorama geral do mercado indica que foi a primeira modalidade que chegou para ficar. Segundo o relatório divulgado pela empresa de análise de mercado Nielsen, o consumo de música “on demand” cresceu 76,4% nos Estados Unidos em 2016 – foram 431,7 bilhões de streams ano passado. No mesmo período, as vendas de álbuns e faixas digitais por meio de download apresentaram retrações de 20,1% e 25%, respectivamente.

Remuneração

Os artistas que disponibilizam suas músicas em serviços de streaming são pagos por isso. O valor arrecadado varia conforme o número de reproduções de suas obras. Com o crescimento da modalidade, a tendência é de que os repasses fiquem cada vez menores. O Spotify, por exemplo, pagava US$ 0,00521 por reprodução em 2014 e agora reduziu o valor para US$ 0,00437. Os dados são de um levantamento realizado pelo site The Trichordist.

Tidal e Apple Music estão entre as ferramentas que oferecem receitas mais altas por stream – US$ 0,01250 e US$ 0,00735, respectivamente. O Apple Itunes paga US$ 0,00735. O Deezer, US$ 0,00640. As arrecadações mais baixas são as do YouTube: rendem cerca de US$ 0,00069 por reprodução.

O relatório ainda mostra que o Spotify é o serviço preferido de 69,57% dos usuários de streaming. O YouTube ficou em segundo lugar (21,70%), seguido pelo Apple Itunes (7,18%), Google (2,36%) e Deezer (2,19%).

Por Agência Entre Aspas

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