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Aquele 1% do Brasil para o mundo

 

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Depois de lotar shows nos Estados Unidos, Wesley Safadão se prepara para turnê pela Europa.
Foto: Assessoria de Impresa / DR.

Sucesso absoluto em todo o Brasil, Wesley Oliveira da Silva, mais conhecido como Wesley Safadão, conquistou o público com seu talento, carisma e hits. Sucessos como “Camarote”, “Vou dar Virote” e a parceria com a dupla Marcos & Belutti, “Aquele 1%”, seguem entre as mais tocadas do País.

Nascido em Fortaleza, no Ceará, o cantor, que queria ser jogador de futebol, começou sua carreira musical como dançarino da banda de sua mãe, a Garota Safada. Após 7 discos lançados e com a carreira em ascensão, naturalmente o grupo passou a ser chamado somente de Wesley Safadão.

O sucesso de Safadão vai além das letras e o ritmo envolvente chamou a atenção de outros países. No começo do ano, ele se apresentou em shows lotados nos Estados Unidos. Agora, é a vez da Europa receber o ídolo do forró eletrônico. Nos próximos meses, a banda passa por Portugal, Holanda, Suíça e Inglaterra.

Confira a entrevista da ABRAMUS com Wesley Safadão.

ABRAMUS: Quando você percebeu que queria dedicar sua vida à música?

Wesley Safadão: Comecei ajudando minha mãe na banda aos poucos. No início, eu só subia nos palcos para dançar, junto com uma prima. Nessa época, queria ser jogador de futebol. Aí o tempo foi passando e eu fui tomando gosto pela música. Olha onde fui parar (risos).

ABRAMUS: Você começou com a banda Garota Safada, formada por seus irmãos e primos. Como é trabalhar com a família?

Wesley Safadão: Nossa vida sempre foi de muito trabalho e muita dedicação. A grana era curta e muita gente dependia de nós. Era uma batalha diária. Eu acompanhava toda a luta dos meus pais. Passamos por muita coisa juntos. Isso só fez com que a gente ficasse mais unido.

ABRAMUS: Você se apresentou nos Estados Unidos no começo de 2016. Como foi essa experiência?

Wesley Safadão: Foi nossa primeira apresentação fora do país. Fiquei impressionado em ver como a música atravessa fronteiras. Quando os shows começavam, era como se estivéssemos no Brasil (risos). O pessoal cantava todas as músicas.Foi muito especial. Creio que, em 2017, vamos estar de volta aos Estados Unidos.

ABRAMUS: Você fará a sua primeira turnê pela Europa. Como é poder levar sua música, que é tipicamente brasileira, a outros países tão diferentes?

Wesley Safadão: É muito gratificante levar um pedacinho do Brasil para fora do país. Os brasileiros que estão longe de casa podem matar um pouco da saudade. Fico muito feliz em poder fazer parte disso.

ABRAMUS: Quais são as expectativas para a sua carreira no futuro?

Wesley Safadão: Não sou de fazer muitos planos. Tenho o compromisso de fazer projetos cada vez mais legais para o público e aos poucos as coisas vão acontecendo.

ABRAMUS: Como é a sua relação com a ABRAMUS?

Wesley Safadão: Cheguei recentemente à ABRAMUS. Estou bastante satisfeito com o trabalho que vem sendo desenvolvido. Acho que temos uma longa parceria pela frente.

ABRAMUS: Qual é a importância dos direitos autorais para o artista?

Wesley Safadão: Acho que é um mecanismo fundamental para todos aqueles que fazem e vivem de música. Nada melhor do que ter suas obras protegidas e respeitadas. Isso é fundamental para o nosso negócio.

ABRAMUS: O que é a WS Music e qual é a importância dela ser agente da ABRAMUS?

Wesley Safadão: A WS Music é a editora que está comigo desde o início da minha carreira. É com ela que edito as composições que vou gravar. É muito importante que ela seja uma agente da ABRAMUS, já que juntos podemos dar oportunidade para que os autores conheçam um serviço de qualidade, transparência e excelência.

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