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A Baby é do Brasil

Ela é irreverente e um dos grandes nomes da música brasileira. Os cabelos violetas de Baby do Brasil só reforçam a criatividade dessa artista que volta aos palcos com tudo ao lado de seu filho Pedro

Revista ABRAMUS: O que motivou a voltar aos palcos depois de 14 anos?

Baby do Brasil: Eu não estava pensando ou programando isso, mas já tinha recebido um toque Matrix de Deus que isso iria acontecer e avisei algumas pessoas que fazem parte do meu ministério, na Igreja do Apocalipse. Não sabia como iria acontecer e foi então que meu filho Pedro Baby me convidou para fazermos o projeto. Na hora, eu disse: “filho eu vou ter que orar para saber se é de Deus”. E foi um grande presente, pois tudo isso veio através do meu filho.

RA: Como foi ter trabalhado com a direção do seu filho na gravação do DVD e subir ao palco com Pedro?

BB: Foi uma delícia, emocionante e inesquecível. Seu conceito musical é moderno e ao mesmo tempo agrega todas as raízes e influências da música brasileira. Toca uma guitarra inconfundível, com muito estilo e elegância, herdeiro de seu pai, Pepeu Gomes. E quando sobe no palco, é um músico de explosão – marca registrada da família (risos). Ele tem uma qualidade indispensável: o rigor no cuidado técnico dos shows e das gravações. Subir com ele no palco foi a realização de um sonho. E é o que tem acontecido: um tempo inesquecível, de muita gratidão por tantas dádivas.

RA: Como surgiu a ideia de Baby sucessos – A menina ainda dança?

BB: Tudo foi nascendo naturalmente. Por se tratar de uma releitura de parte das minhas composições, o título “Baby Sucessos” deu origem à primeira fase do projeto, mas, quando gravamos o DVD, sentimos que deveríamos dar um novo título para essa segunda fase. Esse nome insinua que eu continuo a mesma, apesar dos anos que se passaram, e que também, graças a Deus, a minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos… violeta (risos). O título do DVD é a frase da música que Moraes Moreira e Luiz Galvão fizeram para mim e que muito me honra.

RA: Como tem sido a turnê, a recepção do público e sua ligação com os fãs nesse novo momento?

BB: A turnê tem sido maravilhosa e o público, contagiante, pois sabem cantar todas as letras, são muito jovens e vibram todo o tempo com cada detalhe do show. Os filhos e os netos dos Novos Baianos estão lá, entre outros, e aí é muita emoção! A ligação com todos nesse novo tempo é de intimidade, como se a vida toda nos conhecêssemos. Incrível.

RA: De que maneira descreveria essa fase que está vivendo com seu novo DVD no chamado mundo secular? Há um diálogo entre essa música e a sua fé?

BB: Uma fase única e privilegiada, em que o reconhecimento da minha arte tem me honrado muito. Tem sido muito lindo e super gratificante. Uma das coisas mais extravagantes e inéditas desse novo momento é o alinhamento da Baby Popstora (pastora pop) com a Baby do Brasil intérprete e compositora secular. Entendi como fazer esse alinhamento sem perder a minha santidade e sem ferir a minha obra, composta anos antes da minha conversão. Estou de volta com tudo o que eu tenho, com o meu jeito maternal de querer compartilhar as minhas experiências com todos e contribuir para uma mudança de paradigma. Tudo que estou fazendo está intrinsecamente ligado com o que vivo e acredito espiritualmente. Plenamente alinhado com o plano do Eterno, que não abro mão na minha vida.

RA: Você sempre teve uma vida, digamos, fora dos padrões da sociedade. Morou em comunidade, criou seus filhos sem muita pressão, viveu a música com intensidade e liberdade. Com a maturidade de seus 63 anos, acha o saldo positivo?

BB: Sim. E fico muito gratificada por isso. Todas as experiências que vivi me deram uma medida com que meço tudo hoje. Até as que não foram boas contribuíram de forma excepcional para a formação do meu caráter e das minhas decisões. Hoje, sou mais criança, mais pura e mais prudente. Erro, mas sei me arrepender e pedir perdão, como também aprendi a perdoar incondicionalmente. Nunca vivi um tempo de tanta serenidade.

RA: Você tem trabalhado em novas composições?

BB: Sim. Comecei a fazer novas letras e aquela vontade de criar já chegou. É tempo de plantar novamente. Uma delícia.

RA: Como compositora e intérprete, como vê a importância dos direitos autorais?

BB: Esta sempre foi uma área muito confusa no cenário da música, pois a arrecadação dos direitos autorais é a recompensa de um trabalho feito para a expansão da arte. Creio que entramos em um novo tempo, em que essa importância saiu do sonho para tornar-se realidade. Finalmente.

RA: Como tem sido seu relacionamento com a ABRAMUS?

BB: Desde que entrei para a ABRAMUS, tive um ótimo relacionamento. Me senti mais segura e isso se deu por consequência da seriedade, do profissionalismo e do empenho da empresa, somados ao agradável e excelente atendimento que recebo. A ABRAMUS tem sido uma grande parceira.

Por Agência Nova RS
Fonte: Revista Abramus, Edição 30

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