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A Vez Dela – Um sucesso chamado Paula Mattos

publicado em: 26 de março de 2015

Por Linhas Comunicação

Com dezenas de músicas interpretadas por grandes nomes, Paula Mattos é o rosto por trás de diversas canções número um nas rádios do país. Compositora de mão cheia, ela relembra o começo da carreira e avisa: tem muitas novidades para 2015.  Ela vai dar o que falar!

Um sucesso chamado Paula Mattos

Ainda criança, aos sete anos de idade, Paula Mattos ganhou seu primeiro violão. Foi um presente de aniversário do pai para a menina que já demonstrava, desde muito pequena, a paixão pela música e pelas artes. “Via meus tios cantando moda sertaneja, tocando sanfona nos churrascos de família e ficava encantada. Acho que era um interesse que já estava no sangue”, diz.

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(Foto: DR – Direitos Reservados)

Sempre incentivada pelo pai, começou a compor aos 15 anos, quando também passou a cantar em barzinhos para conseguir pagar as contas. “Ainda não tinha os meios e contatos para mandar minhas músicas. Pensei em parar várias vezes, até que recebi um convite para ser backing vocal da dupla Thaeme e Thiago”, lembra. “Profissionalmente falando, foram eles que me abriram as portas e me deram a primeira oportunidade de ser conhecida nesse meio”.

Foram dois anos ao lado da dupla, que Paula aproveitou para expandir seus contatos e trocar figurinhas com diversos artistas. “Essas pessoas foram me conhecendo, entendendo meu trabalho e, passo a passo, passaram a gostar dele”, afirma.

Hoje, com apenas 26 anos e muito tempo de estrada, Paula Mattos pode dizer que tem boa passagem pelo caminho do sucesso. Entre os nomes que já gravaram canções de sua autoria, destaques do sertanejo como Gusttavo Lima, Munhoz e Mariano, Marcos e Belutti, entre outros. “Uma das minhas músicas, inclusive, foi tema de personagem na novela Império (Cara de Rica, na voz da cantora Erikka)”, conta.

Outros sucessos de Paula que não saem das rádios do país são Doidaça (Gusttavo Lima), Hoje Não (Thaeme e Thiago com part. Luan Santana) e Longe Daqui (Munhoz e Mariano com Part. Luan Santana). Essa última com uma história especial para a artista. “A música sempre me emociona quando a ouço, porque foi algo que realmente aconteceu em minha vida e tem um sentimento envolvido”.

As vivências de Paula são temas para suas canções. Mas ela garante que a inspiração envolve algo muito mais profundo. “Minha inspiração vem de Deus. Parece que algo sopra aos meus ouvidos, tanto melodias como letras. Sou muito grata a Ele pelo dom e pela oportunidade de fazer o que mais amo”, afirma. “Hoje vivo das minhas composições. Não existe a fórmula do sucesso. Acredito que temos que acreditar em Deus e no nosso trabalho, fazer as coisas certas sem passar por cima de ninguém que tudo dará certo!”.

Desafios e planos

Uma das poucas mulheres nesse meio, Paula demorou a conquistar seu espaço e o respeito de alguns colegas. Somado o fato a sua pouca idade, a artista teve que provar seu talento. “Já passei por varias barreiras nesse sentido, principalmente quando você não tem nome e nem trabalho reconhecido”, lembra. “Hoje posso dizer que está muito melhor, pois fiz grandes amigos cantores, compositores e empresários homens me respeitam e me admiram”.

Na opinião da artista, infelizmente, isso não é uma peculiaridade do meio em que vive. “Pelo que vejo em nossa sociedade, não só no meio artístico como em geral ainda existe muito preconceito com as mulheres. Alguns homens pensam que não temos a capacidade que eles têm e não admitem que nos destaquemos mais do que eles”, completa.

Sem medo dos novos desafios, Paula Mattos afirma que tem projetos a caminho. “Mas por enquanto é surpresa. Em breve teremos novidades (risos)”.   E nessa empreitada conta com o apoio da ABRAMUS para gerir seus direitos. “A entidade me traz confiança, profissionalismo e respeito a minha música. Só tenho elogios e agradecimentos pela atenção e carinho”, finaliza.

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José Rico – Adeus a um dos artistas que marcaram história na música sertaneja

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Por Linhas Comunicação

“Se você é o José Rico, então pode me chamar de Milionário”. Assim nasceu uma das duplas sertanejas mais queridas do Brasil. Vítima de um infarto, aos 68 anos, o cantor José Rico, associado da ABRAMUS, faleceu no último dia 3 de março, após 42 anos de estrada, 28 discos gravados, 35 milhões de cópias vendidas, além de dois filmes e dois DVDs. Conhecido como “garganta de ouro”, o cantor natural de São José do Belmonte, no Sertão de Pernambuco, elegeu Terra Rica, no interior do Paraná, para começar sua carreira ao lado do cantor Milionário, no ano de 1973.

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(Foto: DR – Direitos Reservados)

Desde então, surgiram grandes sucessos da dupla, como “Na estrada da Vida” e “Sonhei com Você”, entre outros hits sertanejos que marcaram décadas. “É impossível descrever nossa tristeza, estamos todos em estado de choque”, lamentou sua assessoria, por meio de nota. Chitãozinho & Xororó, associados da ABRAMUS, aproveitaram as redes sociais para comentar a dor que sentiam pela morte do amigo. “Alguns sentimentos se traduzem melhor em imagem. E é justamente assim que queremos pensar e lembrar deste grande artista que a música brasileira acaba de perder”, escreveu a dupla, postando uma foto onde aparecem abraçados com José Rico na gravação do DVD “40 Anos Chitãozinho e Xororó – Entre Amigos”.

Somos todos “zum”

José Alves dos Santos, nome de batismo de José Rico, começou sua carreira musical tocando em circos pelo interior do País.  Depois de formar a dupla Milionário & José Rico, se tornou um dos compositores mais importantes da música sertaneja brasileira. Em 1980, estrelou o filme “Estrada da Vida”, dirigido por Nelson Pereira dos Santos e, ao lado de seu parceiro, também protagonizou o longa “Sonhei com Você”, lançado em 1989.

Entre os maiores sucessos estão “Amor dividido”, “O Tropeiro”, “A carta”, “Viver a Vida” e “Estrada da Vida”, composta por José Rico. Ele inclusive chegou a se separar de Milionário durante três anos, no início dos anos 90, mas logo retornou a parceria, para alegria dos fãs da música sertaneja. Atualmente, a dupla vinha mantendo uma média de 170 shows por ano. Ele era casado com Berenice e tinha dois filhos gêmeos, Samy e Sara.

Sua marca registrada ia muito além dos colares largos e anéis de ouro. Ou da mão na orelha e dos óculos escuros que usava com frequência para cantar. José Rico, que chamava a todos que conhecia de “zum”, mantinha o carisma e a voz como seus principais atributos. A partir de agora, é a música que irá chorar de saudade.

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CAUSA NOBRE – Grupo Tópaz lança novo trabalho para ajudar vocalista que sofreu acidente em 2014

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Por Linhas Comunicação

Criado em 2003, o grupo gaúcho Tópaz tem um estilo próprio de som e une influências que vão de Foo Fighters a Cartola. E, em 2015, os meninos de Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre, estão lançando um novo trabalho. O EP “Ao Vivo em Marrocos” foi gravado este mês e já está à venda. “Tocamos na praça central Rabat. E o mais legal foi o envolvimento do público. Apesar de ser o primeiro show por lá, teve mais gente do que esperávamos”, comenta o baixista e vocalista, Alexandre Nickel.

Mas o lançamento tem uma importância ímpar para a banda. “Esse é o primeiro disco que não liberamos 100% pra download gratuito. Ao contrário dos últimos, esse EP tem como principal objetivo transformar nossas músicas em um resultado financeiro”, explica Nickel. Mas se engana quem pensa que a banda perdeu suas raízes.

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(Foto: DR – Eduardo Biermann)

“Isso tudo, porque o Cris (vocalista e guitarrista) sofreu um acidente gravíssimo de trânsito em novembro do ano passado e ainda está no hospital. Então resolvemos chamar o Lucas Silveira (Fresno) pra produzir essas músicas com participações de amigos de outras bandas que a gente gosta muito e fazer dessa a nossa causa, enquanto ele se recupera”, finaliza o baixista.

Além de Lucas da Fresno, participam do álbum o baixista Rodrigo Costa (Forfun), Toledo (Supercombo), Thedy Corrêa (Nenhum de Nós) e a vocalista Uyara (Banda Mais Bonita Da Cidade). O EP, que custa R$ 25, está à venda no site da banda – www.bandatopaz.com.

Sobre mais ações para ajudar o vocalista, Nickel é certeiro. “Nós estamos fazendo o que fazemos de melhor: músicas. E o nosso público, que não poderia ser mais consciente e engajado, está fazendo a parte dele. O pessoal compra o EP, divulga, pede pros amigos comprarem! É muito bonito de ver a mobilização de todos que estão envolvidos com isso” completa.

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Celebração – Antônio Barros e Cecéu

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Por Linhas Comunicação

Longevidade criativa

Comemorando seus 85 anos de vida, o cantor, compositor e poeta Antonio Barros volta aos estúdios para a gravação de seu mais novo EP, ainda sem título, que contará com quatro faixas inéditas e a participação de sua esposa e parceira musical, Cecéu. “Estamos gravando e creio que sai lá para o meio de julho ou agosto”, explica a cantora.

Antônio Barros - cred. Divulgação

(Foto: DR – Direitos Reservados)

Autor de diversos sucessos, como o xote “Procurando Tu”, que conta com mais de 130 regravações, Antonio Barros é um dos grandes compositores nordestinos tendo mais de 700 músicas gravadas por diferentes ícones da música nacional como Elba Ramalho, Ivete Sangalo, Gilberto Gil, Gal Costa, Fagner e Alcione.

“Homem com H” gravada por Ney Matogrosso, para a novela “O Bem Amado”, é um dos maiores sucessos do compositor e será regravada este ano pelo grupo de rock Tarcísio Meira’s Band.

43 anos de dupla

Como um aniversário só no mês é pouco, no dia 22, Antonio Barros comemorou 43 anos de dupla com sua mulher e parceira musical, Cecéu. “A gente está sempre aberto a outros tipos musicais. A música do nordeste tem uma melodia que não é uma melodia corriqueira, ela é diferente. Estamos sendo procurados por pessoas do rap, do rock, queremos gravar com esse pessoal que está vindo ai, lançando coisas novas porque eu acho que o que vale é a mensagem”, finalizou Cecéu.

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Distribuição de Valores Prescritos – Créditos não identificados de 2009

publicado em: 25 de março de 2015

Neste comunicado, as associações e o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) informam e esclarecem que serão distribuídos, durante o ano de 2015, os valores prescritos referentes às execuções musicais não identificadas no ano de 2009.

De acordo com o regulamento do Ecad, os créditos relativos às execuções musicais (de obras ou fonogramas) captadas e não identificadas, assim como os titulares pendentes de identificação, ficam retidos até que seja possível realizar essa identificação. O período de retenção desses créditos tem a duração de cinco anos e, após esse prazo, esses valores são redistribuídos, com juros e correção monetária, nas suas mesmas rubricas de origem (…)

Para ler o Comunicado CLIQUI AQUI.

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Nota de pêsames: Inezita Barroso

publicado em: 9 de março de 2015

Neste domingo (8) o Brasil se despediu de uma de suas principais cantoras da música sertaneja, Inezita Barroso.

Reconhecida como uma das maiores representantes da música caipira no país, Inezita Barroso teve uma carreira artística brilhante. Foi compositora, cantora, atriz, violeira, pesquisadora e professora. Construiu sua carreira no rádio e na televisão, além de passagens pelo teatro e cinema, atuando e produzindo musicais. Há mais de trinta anos esteve à frente do “Viola, Minha Viola”, um dos mais tradicionais programas de música caipira na televisão brasileira, exibido semanalmente na TV Cultura.

“Ela foi muito guerreira e desbravadora. Numa época que mulher nem dirigia, ela tinha o carro dela e já ia pra Brasília, pra Bahia dirigindo. Sempre foi a diferente. Morrer no dia da mulher não foi por acaso. Até para morrer ela escolheu uma data marcante”, disse a filha Marta Barroso.

A ABRAMUS deseja muita força à família, amigos e fãs desta grande artista que certamente deixará muitas saudades.

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(Foto: DR – Direitos Reservados)

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Nota de Pêsames – José Rico

publicado em: 3 de março de 2015

Hoje o Brasil se despede de um dos maiores ícones da música sertaneja. Morreu hoje (03), aos 68 anos, José Rico Alves dos Santos, da dupla Milionário & José Rico.

José Rico faleceu nesta terça-feira em Americana – SP, onde estava internado por complicações nos rins e coração.

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(Foto: DR – Direitos Reservados)

Conhecidos como “As gargantas de ouro do Brasil”, Milionário & José Rico que já contavam com mais de 40 anos de carreira foram responsáveis por grandes sucessos como “Estrada da Vida”, “De Longe Também se Ama”, “Cidade Morena”, e muitos outros.

“É com muita dor no coração e profunda tristeza que comunicamos o falecimento do nosso ídolo José Rico (…). É impossível descrever nossa tristeza, estamos todos em estado de choque.”, diz a nota oficial na página da dupla no Facebook.

A ABRAMUS também lamenta a morte desse grande artista e deseja muita força para família, amigos e fãs da dupla.

O velório será realizado hoje por volta das 21h na Câmara Municipal de Americana.

Mas o tempo cercou minha estrada e o cansaço me dominou, minhas vistas se escureceram e o final desta vida chegou.” (Trecho da canção Estrada da Vida).

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O REI DAS MARCHINHAS

publicado em: 26 de fevereiro de 2015

Por Linhas Comunicação

Sucesso de outros carnavais, João Roberto Kelly continua compondo e conquistando gerações

Ele conhece de perto a cabelereira do Zezé, a Maria Sapatão e a Mulata Bossa Nova. Personagens comuns do cotidiano carioca que ganharam vida graças à genialidade musical de João Roberto Kelly, compositor considerado o rei das marchinhas de carnaval. Filho do escritor e jornalista Celso Octávio do Prado Kelly, João Roberto começou cedo na carreira, incentivado pela mãe Luzia Kelly. “Cresci ouvindo muito piano e, por conta disso, iniciei na música tocando de ouvido. Aos 11 anos me deram professores e não parei mais. O instrumento me levou à composição porque eu não me contentava em apenas tocar as melodias, eu queria fazer a música também”, lembra.

Os anos se passaram e, na década de 60, o jovem começou a escrever definitivamente seu nome na história da música. Enquanto artistas consagrados da época gravavam canções de sua autoria – entre eles Elza Soares e Elizete Cardoso –, Kelly também conquistou um espaço na TV. Em 1963 foi levado pelo pianista Luís Reis para TV Excelsior. Um ano depois foi convidado por Chico Anísio e Carlos Manga para musicar o humorístico Times Square. “Sempre compus todos os gêneros de música. Trabalhei na TV musicando shows e fiz muitas canções românticas”, conta.

Mas havia uma paixão que João Roberto Kelly não conseguia esconder. Carioca, desde garoto era um folião de primeira, apaixonado pelas marchinhas. E foram elas as responsáveis por consagrá-lo como o rei dos carnavais.  “Eu compunha marchinhas desde criança, mas em 62 comecei a compor com intuito de gravação”, explica.  “Em 1963 nasceu “Cabelereira do Zezé”, em parceria com Roberto Faissal, até hoje um dos meus maiores sucessos”.

João Roberto lembra que a música foi composta para um garçom cabeludo de um bar no Leme que usava um penteado estilo Beatles. “Fui tomar um chopp e encontrei esse garçom. Olhei para ele e disse que se eu fosse um cartunista, faria um desenho. Mas como não era, eu ia fazer o que eu sabia: música”, afirma. “A cabeleira do Zezé foi uma sátira à moda dos Beatles. A banda inglesa influenciou tanto os costumes que acabou virando marchinha”, brinca.

Outro personagem real que virou canção na habilidade de Kelly foi a Miss Guanabara de 1964, Vera Lúcia Couto dos Santos. Primeira negra a ganhar um título de beleza no Brasil, a musa se tornou a Mulata Iê-Iê-Iê dos carnavais. “Assisti ao desfile e achei a Vera maravilhosa. Ela estava lá linda, rodopiando feito um pião, com uma ginga diferente, muito menos de samba e muito mais de discoteca. Ela chamou minha atenção e por isso fiz a música, que, inclusive, venceu, em 1965, o carnaval do quarto centenário carioca”, lembra.

Reconhecimento

Uma espécie de cronista musical do dia a dia, o portfólio de letras de João Roberto Kelly atravessa, há décadas, as gerações. “A maior alegria que tenho na vida é constatar que minhas músicas vão passando de pai para filho. Quando eu vou assistir a um bloco ou baile infantil e vejo as crianças cantando penso que mais uma geração que está vindo conhece e gosta das minhas marchinhas”, diz emocionado. “Ganhei prêmios, muitos troféus, mas são nos momentos em que eu vejo a felicidade das pessoas cantando as minhas músicas que me sinto realmente realizado”.

O reconhecimento da importância das marchinhas ganhou destaque no carnaval 2015. A escola paulistana Acadêmicos do Tucuruvi homenageou o ritmo no desfile deste ano, com o enredo “Entre Confetes e Serpentinas, Tucuruvi Relembra as Marchinhas do Meu, do Seu, do Nosso Carnaval”. Na letra, diversas alusões às inesquecíveis canções de Kelly.

Em 2014, as músicas do compositor o colocaram, pelo oitavo ano seguido, no topo da lista de compositores que mais receberam direitos autorais no Carnaval, segundo o ranking elaborado pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Por conta disso, Kelly ressalta a importância de sua parceria com a ABRAMUS. “Acho a ABRAMUS uma sociedade moderna, que está acompanhando toda a evolução do direito autoral e me inspira toda a confiança. Eu estou realmente satisfeito com o trabalho da associação”, afirma.

Na estrada

Aos 76 anos, João Roberto Kelly continua compondo marchinhas e tem muito material inédito guardado. Aliás, o músico revelou em primeira mão que já está em estúdio trabalhando um CD que deve sair ainda este ano, mostrando seu lado mais romântico. “Tenho planos de continuar compondo e fazendo música bonita. Vou lançar algumas canções românticas este ano em um disco que já estou preparando. Também vou trabalhar em outro álbum com todas as músicas de carnaval, que deve sair mais para o fim do ano, no qual vou fazer uma mescla de sucessos e inéditas”, adianta.

“Todo esse tempo de trabalho repercutiu em novas ideias e novas fórmulas para apresentar as marchinhas. O segredo é estar sempre em movimento e não parar nunca”, finaliza.

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(Foto: DR – Direitos reservados)

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TODOS SOMOS PIPOCA – Carnaval de Salvador

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Por Linhas Comunicação

Considerado um dos maiores carnavais de rua do mundo, Salvador abre seus cordões e deixa a folia correr solta pela avenida. E a ABRAMUS esteve lá com seus associados.

Carnaval dos trios elétricos começa a abrir espaço para mais pessoas sem abadá

O Carnaval de Salvador já faz parte do calendário oficial, sendo um dos eventos mais aguardados do ano. Em 2015, o axé comemora 30 anos de existência e, para celebrar o ritmo, os foliões mais uma vez tomaram as ruas dos circuitos Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande-Avenida Sete) e Batatinha (Centro Histórico), durante os seis dias que precederam a quarta-feira de cinzas e pelo menos cinco depois de decretado o fim dos festejos.

Desta vez, um dos destaques foi o cantor Saulo Fernandes, associado da ABRAMUS. Além de comandar o trio Cerveja & Cia durante dois dias seguidos, o artista arrastou a “pipoca” (como são chamados os foliões que participam dos blocos sem abadá) no Campo Grande. “Este carnaval foi muito bacana para diversos associados da ABRAMUS. Além do Saulo, teve a estreia da Vina Calmon à frente da Banda Cheiro de Amor”, destaca João Portela, representante da assiciação em Salvador.

Também participou da festa o grupo Alavontê, projeto idealizado pelos músicos Manno Góes, Ricardo Chaves, Rammon Cruz, Jonga Cunha, Magary Lord, Adelmo Casé, Andrezão Simões e Durval Lelys, que propõe um resgate do espírito carnavalesco. Eles foram responsáveis por trazer uma novidade para o carnaval dos trios elétricos: o “pranchão”, que chamou a atenção de todos por colocar o palco bem na altura dos foliões, permitindo com isso uma maior interação com o artista que passa na avenida.

Outra novidade foi o cantor Igor Kannario, conhecido em Salvador como o “príncipe do gueto”, que organizou um desfile sem cordas. “Podemos considerar que o principal legado deste ano foi o retorno do folião pipoca às ruas, que antes eram tomadas somente pelos grandes trios elétricos de blocos com corda”, conclui Portela.

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(Foto: DR – Direitos Reservados)

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Revista ABRAMUS – Edição 28

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Por Linhas Comunicação

A inspiração abençoada de Anderson Freire é capa da revista ABRAMUS deste mês

Ele é hoje um dos maiores expoentes da música cristã no país. Aos 33 anos, Anderson Freire conquista um público fiel por onde passa, cantando, segundo ele, o que vem da alma. “Consegui cantar aquilo que vivo com a mesma intensidade de viver aquilo que canto”. Em entrevista para a edição nº 28 da revista ABRAMUS, o músico abriu o coração, relembrou a infância e o começo da carreira. Mas deixou um gostinho de quero mais sobre o que vem por ai: “Segredo”, disparou.

Resumo desta edição

Do gospel para o sertanejo, a edição relembra ainda os mais de 40 anos de história da dupla Chitãozinho & Xororó. Na seção discografia, uma linha do tempo traz todos os trabalhos que contribuíram para o sucesso estrondoso dos irmãos Brasil a fora. Ainda na onda da música raiz, o bate-papo é com o cantor Marlon, da dupla Marlon & Maicon. Além de abordar a carreira, o músico conta sobre como surgiu a ideia do projeto Fábrica de Sucessos e comenta a importância dos direitos autorais.

O tema também é o foco da coluna jurídica neste mês. A advogada Mariana Rodrigues de Carvalho Mello explica tudo sobre o registro de obras e a prova de autorias no Brasil.

A publicação traz ainda um especial sobre os 10 anos da Festa Nacional da Música, as novidades de outros artistas como Malta, Victor & Leo e Sorriso Maroto, contando um pouco sobre seus projetos para este o ano, e as notícias da ABRAMUS, na seção Por Dentro.

Para conferir a revista, CLIQUE AQUI!