Jair Bloch
Release
Jair Bloch apresenta “1º Round”
No álbum de estréia, que acaba de ser lançado, Jair Bloch apresenta seu “1º Round”, com composições próprias, para todo Brasil.
O novo CD
As 10 músicas do novo disco, além da faixa-bônus, refletem todo o processo criativo do cantor e compositor. Falar o que sente e o que pensa em sintonia com a boa musicalidade desse primeiro trabalho rendeu a Jair Bloch, elogios de músicos consagrados como Branco Mello (Os Titãs) e Clemente (Inocentes e Plebe Rude).
O título do CD que faz menção ao pugilismo retrata de certa forma a proximidade entre o lutador e o artista solo, compositor, independente, que em seus respectivos ofícios solitários, quase sempre dependem de si próprios para sobreviverem em sua arte. E é nessa força de colocar em jogo suas palavras de protesto, desabafo, crítica e reivindicação, contrastada com arranjos e temas sedutores, que Jair Bloch manda o seu recado sonoro. Atitude de rock´n roll que briga, sem radicalismo, por aquilo que acredita.
O disco é marcado por fortes pegadas de guitarra, mas os riffs melódicos também estão presentes. O folk rock, resultado da união dos violões e guitarras de “Olhar Pra Trás” - a única faixa que fala sobre relação amorosa inserida no sofrimento e esperança - traz uma das principais curiosidades de “1º Round”.
A “embaixadora“ “Fora do Ar” é, na opinião de Jair Bloch, a que melhor representa esse primeiro trabalho porque soma a sonoridade com a riqueza e consistência das letras.
“Do Pecado ao Perdão” é a faixa mais peculiar do CD. A sonoridade moderna - que se destaca principalmente pelas guitarras encorpadas, pelo bumbo duplo da bateria e vocais inovadores - mistura assuntos como mentira, traição e álcool ingredientes para transitar entre o pecado e o perdão.
Já o heavy metal cantado em português sem medo de ser feliz, “O Fim”, é a música mais pesada do disco e traz participação especial de Zé do Caixão, ícone mórbido que enfatiza em tom poético que “todos os corpos serão iguais”.
Mas tem também a fusão de punk com metal de “Todos Estamos no Mesmo Lugar”, a primeira música composta por Jair Bloch na carreira.
Letras de peso e sons marcantes percorrem por todo este trabalho que acaba de nascer. Além dessas cinco faixas, o “1º Round” de Jair Bloch traz outras cinco músicas que caracterizam o eclético estilo musical do artista. É ouvir para comprovar!
Apesar dos sinais de desabafo, protesto, crítica e reivindicação, o cantor/ compositor não deixa escapar a paixão que tem pelo futebol e dedica a já aclamada faixa-bônus “Inigualável” - aprovada pelo próprio homenageado - ao seu ídolo, o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo Futebol Clube.
Jair Bloch entra na luta para vencer o “1º Round”. Depois disso, a batalha continua.
O som é bem gravado, as guitarras são pesadas e o cuidado na elaboração das letras transformam esse trabalho de Jair Bloch em um CD cheio de nuances e referências para os que gostam de música com pegada e atitude . Puro Rock Brasileiro”.
(Branco Mello)
Jair Bloch venceu o primeiro round, muito bom para um estreante, outros rounds estão por vir mas se ele mostrar a mesma disposição desse primeiro, vai ganhar por nocaute. Jair é um compositor de mão cheia, bom músico e cantor, são novos ventos soprando no rock nacional.
(Clemente, vocalista e guitarrista das bandas Inocentes e Plebe Rude).
O artista
O cantor e compositor Jair Bloch vive em São Paulo onde formou-se na faculdade de Direito. Caçula de uma família de três filhos, o artista é o único filho homem. Quando criança, ele aproveitava as saídas de sua irmã mais velha Viviane para “furtar” temporariamente seu antigo e corroído violão que se encontrava abandonado no armário.
Depois de esboçar suas primeiras melodias, Jair tratava de devolver o instrumento antes que ela chegasse. Porém um dia, ele foi descoberto e após diversas tentativas frustradas de cessar tal comportamento o restou apenas uma maneira de não repetir o fracasso: aos 11 anos de idade, Jair foi matriculado no curso de violão.
Não demorou muito para que o artista começasse a fuçar novamente as coisas de sua irmã. E dessa vez foi pior: os discos preferidos de Viviane. Pior por um lado, melhor por outro porque esses LPs fizeram despertar a paixão de Bloch pelo rock e, conseqüentemente, a trocar o violão pela guitarra. Dos 12 anos em diante, Jair Bloch participou de várias bandas e festivais de colégios, onde chegou a tocar baixo e até bateria.
Um ano mais tarde compôs sua primeira música “Todos Estamos No Mesmo Lugar”, o que era o prenúncio de uma carreira solo. A adolescência confirmou as tendências roqueiras, porém nunca restringiu os ouvidos do cantor que foi influenciado tanto pelas guitarras pesadas de Pantera, Iron Maiden, Metallica e Sepultura, quanto pelas letras cuidadosas de Djavan, Cazuza, Paralamas do Sucesso e os favoritos Titãs.
Desde os 17 anos de idade, Bloch faz-se presente no circuito de bares da cidade de São Paulo, onde já realizou memoráveis shows acústicos e elétricos, e começou a revelar suas composições autorais, o que solidificou um público próprio do artista, público este que desde então clamava pela gravação de um CD com tais canções.
Durante muito tempo Jair Bloch afirmou não ser o momento de um disco, permanecendo apenas com apresentações ao vivo. No primeiro semestre de 2005, o cantor se mostrou finalmente preparado, na plenitude de sua maturidade musical e artística, e no melhor momento de sua carreira para dar início ao processo de gravação do primeiro CD. E enfim chega a hora do lançamento de seu maior projeto.
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